CDC – UFOP

ATENÇÃO: A UFOP RECEBEU MANDADO DE CITAÇÃO E INTIMAÇÃO DA JUSTIÇA FEDERAL DO MARANHÃO.

AS ATIVIDADES DO CDC-UFOP ESTÃO SUSPENSAS!

JUSTIÇA FEDERAL PROÍBE PROGRAMA DE EXTENSÃO DA UFOP

CENTRO DE DIFUSÃO DO COMUNISMO (CDC-UFOP)

Informações: www.facebook.com/CDC.UFOP

Contato: Prof. André Mayer – Coordenador: andremayer@terra.com.br

 

APRESENTAÇÃO

O CDC-UFOP é um PROGRAMA vinculado à PROEX, com quatro ações de extensão articuladas para estudar, debater e realizar a crítica à ordem do capital

OBJETIVO

Lutar por uma sociedade para além do capital!

ATIVIDADES

O CDC – UFOP articula suas ações em dois projetos e dois cursos de extensão e conta com a participação de 20 bolsistas e vários estudantes.

1 – Liga dos Comunistas - Núcleo de Estudos Marxistas (CNPQ) (projeto)

2 – Mineração e exploração dos trabalhadores na região da UFOP. Em parceria com o Sindicato Metabase Inconfidentes (curso)

3 – Equipe Rosa Luxemburgo. Grupo de debate e militância anticapitalista. Responsável pela coordenação do CDC (projeto)

4 – Relações sociais na ordem do capital. As categorias centrais da teoria social de Marx (curso) 

* As atividades são gratuitas, abertas à comunidade e realizadas duas vezes ao ano no ICSA (Mariana), com editais no início de cada período.

Contato:

Email: centro.difusao.comunismo@icsa.ufop.br

Site: www.cdc.ufop.br

Facebook: CDC.UFOP

Twitter: @cdcufop

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CALOURADA VERMELHA

03 a 07 de JUNHO DE 2013 / ICSA – MARIANA / 19 às 22h

03 – A educação na cena contemporânea: limites e possibilidades

04 – Feminismo e luta de classes

05 – Reflexões e rupturas nas relações étnico-raciais

06 – O mundo do trabalho: exploração, tormento e barbárie

07 – Envelhecimento e deficiência em tempo de capital.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Algo tocou os sentidos!
De uma luta específica, algo aflorou a percepção, a indignação.
Isso precisa ser estimulado. Ir para as ruas!
Mas os sentidos estão aguçados com uma coisa maior, bem maior!
Que coisa é essa, que parece difusa, confusa?
Estamos em crise? Sim! No mundo inteiro!
“Mas não é a crise. É o capitalismo”. Ele faliu, quebrou, apodreceu!
Ele não tem mais nada a nos oferecer, a não ser a dor, diária!
Faça uma lista: nada mais se consegue resolver nesta ordem.
Não tenha vergonha nem preconceito em ir à rua e dizer: o sentido agora é pela transformação de toda sociedade!
Outra ordem social é necessária!   Prof. André Mayer (CDC-UFOP)

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11 DE JULHO de 2013!

VOLTAR ÀS RUAS

E APOIAR OS TRABALHADORES!

Greve ou manifestação, volte às ruas.

Se posicione ao lado dos trabalhadores.

Lembra-te sempre que tu é, ou será um deles.

Se não sentiu, vai sentir na pele a exploração.

É contra ela que tu deves lutar neste 11 de julho.

É contra o capital, que vive da exploração dos que trabalham.

Remova suas ilusões:

o capital é irreformável

e incontrolável!

Prof. André Mayer

 

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AOS ALUNOS QUE ACOMPANHAM O CDC-UFOP!

E que ao longo desses últimos meses estão firmes à crítica impiedosa e miserável da burguesia e de seus representantes. Uma opção de classe!
“O Manifesto [do Partido Comunista] expressa, no plano teórico-político, esta marcante viragem histórica: é nele que se apresenta, pela primeira vez, um projeto sócio-político explícita e organicamente integrado a uma perspectiva de classe e nela embasado (…) o protagonismo que o proletariado praticamente assume a partir de 1848 está prefigurado/configurado teoricamente no Manifesto”.
Nota: “A incidência dessa perspectiva classista é notável até na escolha do título do documento; recorda-se Engels, no prefácio da sua edição inglesa de 1888, que ‘não lhe podíamos ter chamado um manifesto socialista. Em 1847, entendia-se por socialistas, de um lado, os partidários dos inúmeros sistemas utópicos (…) de outro lado, os mais variados charlatães sociais, que, com toda a espécie de remendos, pretendiam aliviar, sem qualquer risco para o capital e o lucro, todos os tipos de gravames sociais (…). Em 1847, o socialismo era um movimento da classe média e o comunismo um movimento da classe operária. O socialismo era, pelo menos no Continente, ‘respeitável’ – o comunismo precisamente o oposto. E como a ideia que tínhamos desde o princípio era que ‘a emancipação da classe operária tem de ser obra dos próprios trabalhadores’, não podia haver dúvidas sobre qual dos nomes adotaríamos [Manifesto do Partido Comunista]. E o mais importante: estamos, e sempre estivemos, longe de o repudiar”.
MARX Karl e ENGELS Friedrich, Manifesto do Partido Comunista. Prólogo de José Paulo Netto. São Paulo: Cortez, 1998 – (pág. XX e XXI).
Saudações Fraternas!
Prof. André Mayer
Curso de Serviço Social
Universidade Federal de Ouro Preto 
Centro de Difusão do Comunismo

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CARTA ABERTA
APOIO À CHAPA 2 – OPOSIÇÃO – SINDICATO METABASE MARIANA
SINDICATO DE TRABALHADORES TEM QUE SER CONDUZIDO PELOS TRABALHADORES E NÃO PELAS EMPRESAS DE MINERAÇÃO.

Como se não bastasse a exploração diária, semanal, mensal, anual, anos a fio, por que passam os milhares de trabalhadores da mineração na região; como se não bastasse o tormento da jornada extensa de trabalho, o trabalho de turno, os baixos salários; como se não bastasse o tormento da demissão a qualquer momento; como se não bastasse o assédio moral e pressão realizada pelas empresas; como se não bastasse ver o trabalho desvalorizado, mal pago, sem condições adequadas; como se não bastasse ver os bilhões de reais produzidos pelos trabalhadores serem apropriados pelas empresas privadas; como se não bastasse tudo e muito mais… já se vão 30 anos sem eleição no Sindicato Metabase Mariana, que passou a ser controlado pelas empresas e não pelos trabalhadores.
Todos nós que moramos em Mariana e região, somos afetados direta ou indiretamente pelas atividades da mineração. Além de toda a exploração que recai sobre os trabalhadores, que produzem uma riqueza imensa para a empresa privada, mas que ficam com apenas com uma pequena parcela, o salário, além disso, o ataque ao meio ambiente que nos cerca é impressionante! O rastro de destruição é gigante: cidades e regiões inteiras estão comprometidas pela extração predatória e sem controle do minério.
Pasmem! Só depois de 30 anos os trabalhadores da Vale, Samarco, na ativa ou aposentados, vão poder escolher, votar e eleger a direção do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Extração do Ferro e Metais Básicos de Mariana, Catas Altas, Santa Bárbara, Barão de Cocais, Caeté, São Gonçalo do Rio Abaixo, João Monlevade, Rio Piracicaba e Bela Vista de Minas – SINDICATO METABASE MARIANA.
As Eleições estão marcadas para os dias 24 e 25 de Julho deste ano e só acontece, depois de sentença judicial expedida pela Justiça do Trabalho de Ouro Preto e ratificada pelo Tribunal Regional do Trabalho – 3ª Região.
SINDICATO DE TRABALHADORES TEM QUE SER CONDUZIDO PELOS TRABALHADORES E NÃO PELAS EMPRESAS DE MINERAÇÃO.

Saudações à 
CHAPA 2 – OPOSIÇÃO – SINDICATO METABASE MARIANA.

Mariana, 19 de julho de 2013.

Prof. André Mayer
Curso de Serviço Social – UFOP
Coordenador do CDC-UFOP

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OPOSIÇÃO GANHA SINDICATO METABASE MARIANA
VITÓRIA DOS TRABALHADORES SOBRE AS EMPRESAS DE MINERAÇÃO.
Cidades maravilhosas… históricas … mas que não conseguem sair da miserável vocação de arrancar a pele dos trabalhadores… ha mais de 400 anos!

Após 30 anos de uma prática sindical deplorável, o Sindicato Metabase Mariana, sempre dominado pelas empresas de mineração (Vale e Samarco), passou a ser controlado pelos trabalhadores da indústria da extração do ferro e metais básicos de Mariana e região.
Com mais de 81% dos votos, os trabalhadores elegeram a chapa 2 – csp-conlutas para direção do Metabase Mariana!
Junto ao outro sindicato de trabalhadores, o Metabase Inconfidentes, uma enorme região “das minas” e milhares de trabalhadores, poderam ter como refrência para as suas reivindicações, sindicatos comprometidos e na luta contra o “tormento de trabalho” imposto pelas mineradoras! E é um tormento gigantesco!

Saudações aos trabalhadores da mineração da região de Mariana, Ouro Preto e Congonhas!

Prof. André Mayer
Curso de Serviço Social – UFOP
Coordenador do CDC-UFOP

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 “Não se pode temer o esclarecimento dos erros (e dos crimes); só ele pode impulsionar criticamente o pensamento e a prática do movimento comunista”. (J.P. Netto)

 “O que fracassou historicamente não é o marxismo, mas uma determinada dogmatização e perversão do pensamento marxiano”. (F. Claudin)

“Nós não devemos dissimular os nossos erros diante do inimigo. Quem o teme não é um revolucionário”. (V. Lênin)

Centro de Difusão do Comunismo da UFOP